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Veja o que andam falando da Vigilância Solidária


Tecvoz cresce 25% ao ano com soluções na nuvem e modelo de franquias


31/12/1969
Fonte: Portal IT Fórum 365

Tecvoz cresce 25% ao ano com soluções na nuvem e modelo de franquias
 
No mercado de Circuito Fechado de TV (CFTV) há mais de 15 anos, a Tecvoz aposta em IoT e computação em nuvem
 

 
Empresa de tecnologia para produtos e serviços de vigilância pública, comercial e particular, a Tecvoz, um dos três maiores negócios de CFTV no Brasil, investiu na ampliação de seu portfólio para registrar crescimento de 25% em seu faturamento em 2017.
 
A principal estratégia da companhia foi apostar em novas ferramentas digitais como IoT e Cloud Computing, que foram usadas na confecção de uma nova linha de produtos, e no desenvolvimento de um modelo de franquias com foco no monitoramento compartilhado, o Vigilância Solidária.
 
O investimento na tecnologia de ponta permitiu que a empresa fizesse diversos lançamentos desde o começo do ano, como sua linha de câmeras e gravadores inteligentes, integrada a uma solução em cloud, o Tecvoz Nuvem. A ideia que é, por meio de uma conexão com a internet os aparelhos transmitam as imagens capturadas automaticamente para a plataforma, garantindo assim uma maior segurança das gravações feitas.
 
Outra grande novidade foi o projeto Vigilância Solidária, que por meio de um modelo de franquia, integra câmeras de moradores do mesmo bairro e permite que eles acessem as imagens de qualquer dispositivo conectado na web mediante o pagamento de uma mensalidade para o franqueado.
A rede de franquias já alcançou mais de 300 unidades em diferentes estados e cidades brasileiras, e uma parceria com o City Câmeras, iniciativa da Prefeitura de São Paulo e da Polícia Militar.
 
Segundo Ricardo Luiz, gerente de negócios da Tecvoz, o investimento em tecnologias de ponta para produtos e serviços da empresa foi essencial para manter o crescimento do negócio, que não alcançou menos de 15% nos últimos anos. “O mercado de segurança digital está aquecido no Brasil, tendo em vista principalmente os indicadores crescentes de roubos nas diversas cidades do País”, comenta o executivo.